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Assessoria em exportação

Seu produto no navio certo, com o papel certo.

Documentação, DU-E, certificado de origem e acompanhamento até o embarque, para quem exporta pela primeira vez ou quer exportar com mais previsibilidade.

NF-e de exportaçãoBase da DU-E Registro da DU-EPortal Único Siscomex Presença de cargaRecinto alfandegado DesembaraçoCanal de conferência Embarcada ao destinoDU-E averbada
O que a lei já prevê

Exportar é vender sem boa parte dos impostos.

A Constituição e as leis do PIS/COFINS afastam os principais tributos sobre a receita de exportação. Na prática, o mesmo produto pode chegar mais competitivo ao comprador lá fora.

O benefício depende de a operação estar bem documentada. Sem a comprovação da exportação, o fisco pode cobrar os tributos como se a venda fosse no mercado interno.

  1. IPI

    Imune na exportação de produtos industrializados (CF, art. 153, § 3º, III).

  2. ICMS

    Não incide sobre operações que destinem mercadorias ao exterior (CF, art. 155, § 2º, X, "a").

  3. PIS e COFINS

    Não incidem sobre receitas de exportação (Leis 10.637/2002 e 10.833/2003), com manutenção dos créditos.

  1. Etapa 01 · negociação

    Enquadramento do produto e do destino

    Confirmamos a NCM, verificamos se o produto exige anuência na saída e levantamos o que o país de destino pede na entrada: certificados, rotulagem, registro prévio. Também orientamos a escolha do Incoterm, que define até onde vão o seu custo e o seu risco.

    NCMIncoterms 2020Anuências de exportação
  2. Etapa 02 · documentos

    Documentos comerciais e de origem

    Commercial invoice, packing list, NF-e de exportação e, conforme o destino, certificado de origem para usar preferências tarifárias de acordos como o Mercosul, além de certificados sanitários ou fitossanitários.

    Um certificado de origem correto pode reduzir o imposto que o seu comprador paga no destino. Em muitos casos, isso vira argumento de venda.
  3. Etapa 03 · Siscomex

    Registro da DU-E no Portal Único

    A Declaração Única de Exportação é registrada a partir da NF-e, com os dados fiscais, comerciais e logísticos da operação. Conferimos esses dados antes do registro, porque um erro aqui aparece na parametrização e pode atrasar o embarque.

  4. Etapa 04 · recinto

    Entrega da carga e parametrização

    Com a carga recepcionada no recinto alfandegado, a DU-E é parametrizada pela Receita Federal. Nos canais laranja e vermelho, acompanhamos a conferência documental e física até o desembaraço.

  5. Etapa 05 · embarque

    Embarque e averbação da DU-E

    Confirmado o embarque pelo transportador, a DU-E é averbada. É esse registro que comprova a exportação perante o fisco e sustenta a não incidência dos tributos.

  6. Etapa 06 · pós-embarque

    Pós-embarque e regimes vinculados

    Orientamos o envio dos documentos ao comprador ou ao banco, a conferência com o contrato de câmbio e, quando a operação usa Drawback, a vinculação da DU-E ao ato concessório para comprovar o compromisso de exportação.

Parametrização da DU-E

Os três canais na saída.

Na exportação, a DU-E pode cair em um de três canais. Documentação consistente aumenta a chance de a carga seguir sem conferência, mas a seleção é sempre da Receita Federal.

Verde

Desembaraço automático, sem conferência.

Laranja

Conferência documental antes do desembaraço.

Vermelho

Conferência documental e física da carga.

Primeira exportação?

Conte o que você quer vender e para onde.

Com produto, país e volume aproximado, respondemos com os documentos necessários, as exigências do destino e o que precisa ser ajustado na sua empresa (Radar, cadastro, NF-e).

Pedir análise da exportação

Leva menos de um minuto. Campos com * são obrigatórios.

Usamos seus dados só para responder a este pedido (LGPD). A conversa inicial não tem custo nem compromisso.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre exportação.

Não achou a sua? Mande pelo formulário ou pelo WhatsApp.

Para exportar em nome próprio, sim: a empresa precisa estar habilitada no Siscomex. A modalidade limitada atende boa parte das empresas que estão começando, e a ECHEV orienta e acompanha o pedido.
Depende de quanto do frete e do risco você quer assumir. FOB e FCA são comuns para quem está começando, porque o comprador contrata o transporte principal. CIF e CIP deixam o frete e o seguro com você, o que dá mais controle e mais responsabilidade.
Pode. A venda com fim específico de exportação para uma trading ou comercial exportadora mantém benefícios fiscais, desde que a mercadoria seja efetivamente exportada no prazo legal. Avaliamos com você se esse modelo ou a exportação direta faz mais sentido.
A empresa exportadora responde pelas informações e documentos da operação, e o desembaraço é decisão da Receita Federal. A ECHEV presta assessoria: orienta, confere e acompanha cada etapa para reduzir o risco de atraso, sem garantir prazo de embarque.
A conversa inicial é sem custo. Se fizer sentido seguir, você recebe uma proposta por escrito com escopo e honorários, e o pagamento segue as condições dessa proposta, sem depender do resultado de decisões dos órgãos públicos.

Tem um comprador lá fora? Vamos organizar a papelada.

Documentação, DU-E e embarque acompanhados por quem atua em comércio exterior há mais de 20 anos.

  • Cronograma a partir do deadline do navio
  • Certificado de origem quando o destino permitir
  • Integração com Drawback quando houver insumo
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